DIA 1 | EPISÓDDIO FORA DE HORAS

11:26

Tudo começou na madrugada de dia 10 de Janeiro. Para começar bem o ano de 2018.
Estava entusiasmada mas não muito ansiosa! Ainda era de noite quando chegamos ao terminal. Levava uma mala de cabine e mal me mexia face à quantidade de roupa que tinha vestido nessa madrugada! Levava uma banana bem madura, um resto de oreos, uma madalena e um iogurte líquido para comer enquanto esperava. Chegamos e fomos entrando. Foi a minha segunda vez no aeroporto, a primeira tinha uns sete anos mas não embarquei. Dei por mim já a abrir as malas e a ralhar com a Ana por ela não ter feito uma pausa para comer, eu tinha pedido! Ela alegava que estávamos atrasadas. (Ainda esperamos do outro lado!) Óbvio que a maquina deu pelo conteúdo proibido na minha mochila. 
Sr. - Temos aqui duas infracções! Vamos lá ver isso. Com que então um iogurtinho! 
Eu limitei-me a dar o meu melhor sorriso enquanto sentia as minhas rosáceas em ponto de ebulição. A outra infracção era uma garrafa de água! Posto isto ainda me disse que ia ver se tinha explosivos no sinto das calças. Eu deixei, não fosse ele achar que eu escondia alguma coisa nas tripas e mandar-me ficar de cócoras numa salinha. Posto isto lá fomos esperar pelo avião.


Assim que o vi achei-o pequeno. Isto porque quando vamos na estrada e o vemos a passar por cima de nós parecem bem maiores, em movimento. O nosso também não era dos maiores. Sentei-me à janela e achei o meu lugar bem justinho. Queixei-me e a única resposta muda que obtive foi a apresentação do bilhete com o nome da companhia. Não objectei. Até levantarmos voo estive a assimilar toda a informação nova à minha volta, calmamente. Mas assim que senti o piloto destravar o travão de mão e vi a pequena deslocação à retaguarda fiquei alerta! Daí as lombas só pensei: turbulência já! Ainda nem tínhamos descolado. Lá fomos sobre rodas até a pista. Fomos os terceiros a levar voo. Fui uma sensação de falta de ar incrível. No voo de regresso foi a mesma coisa. Abanou um pouco lá em cima e passado uma hora já estava farta daquela falta de espaço. Nunca me levantei em andamento uma vez que tinha de fazer com que a Ana e o seu vizinho se levantassem também. Achei melhor ficar ali antes que alguém se passasse comigo e eu não  tivesse para onde fugir depois. Aterrar foi bonito! A vista foi deliciosa. Nunca tinha visto nada assim. Lá em cima só se via a imensidão inalcançável das nuvens tranquilas. Até apetecia saltar-lhes para cima de tão fofas que eram. A aterragem correu bem. Estivemos foi bastante tempo à espera para sair do aeroporto, muito mesmo. Mas depois foi fácil. 

Peço desculpa mas não consegui mesmo baixar o vidro
Fomos até ao balcão onde alugamos o carro e foi mais uma hora a procura do carro no estacionamento. Tínhamo-nos enganado. Mas em nossa defesa haviam mesmo as duas possibilidades de números de garagem. Lá fomos ao contrário até ao Hotel McDonald. Estava já ali à mão, estávamos as duas com fome, concordamos em parar. Chegamos ao Hotel e percebemos que já não tínhamos muito tempo para ver o planeado e decidimos o que veríamos nesse dia.  


Fomos então ao Trinity College e à Grafton Street, a rua pedestre de lojas. Passado pouco tempo voltamos porque descobrimos que tudo fechava entre as 17:00 e as 18:00. Sabíamos à priori os horários dos monumentos mas quando chegamos à rua e vimos tudo a fechar ficamos espantadas. Voltamos para o Hotel. Fica muito escuro muito cedo e também estávamos cansadas. No dia seguinte acordamos as 7:00. 

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1 comentários

  1. Não é uma sensação maravilhosa quando se viaja para um novo destino internacional? Sobretudo a primeira vez? Acho que podes ficar viciada nessa sensação e querer viajar mais vezes! <3

    MRS. MARGOT

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